Perguntas frequentes

Dúvidas antes de agendar

Reuni aqui as perguntas que mais aparecem na primeira conversa. Se a sua não estiver nesta lista, é só chamar no WhatsApp.

Consultas e agendamento

Como agendar uma consulta?
Você pode agendar pelo formulário do site ou diretamente pelo WhatsApp, no botão disponível em todas as páginas. Você recebe os horários disponíveis para consulta presencial ou por telemedicina. Não é necessário pedido de encaminhamento.
O atendimento é por convênio ou particular?
O atendimento é particular. É fornecido recibo e, quando necessário, relatório para que você solicite reembolso ao seu plano de saúde, conforme as regras do seu contrato. Em caso de dúvida sobre reembolso, consulte sua operadora antes da consulta.
Quanto tempo dura a consulta?
A primeira consulta é mais longa, pois envolve uma avaliação completa do seu histórico — sem pressa. Consultas de retorno têm duração adequada ao acompanhamento de cada caso. O tempo necessário para um bom atendimento nunca é cortado.
Como funciona a consulta online?
A telemedicina é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina e adequada para avaliação e acompanhamento da maioria dos quadros em saúde mental. A consulta acontece por vídeo, em plataforma segura, com a mesma estrutura da presencial.
A partir de que idade o atendimento é realizado?
O atendimento é para pacientes a partir dos 16 anos.
Com que frequência acontecem as consultas?
A frequência é definida em conjunto, de acordo com o seu momento e o plano de cuidado combinado.
Posso remarcar ou cancelar?
Sim. Pedimos que remarcações e cancelamentos sejam comunicados com antecedência pelo WhatsApp, para que o horário possa ser oferecido a outra pessoa.

A primeira consulta

O que devo levar na primeira consulta?
Se tiver: exames recentes, lista de medicamentos em uso (com doses), relatórios de tratamentos anteriores e, se desejar, anotações sobre seus sintomas e desde quando ocorrem. Nada disso é obrigatório — a conversa clínica é o principal instrumento da avaliação.
Vou sair da primeira consulta com diagnóstico?
Nem sempre — e isso é um sinal de cuidado, não de demora. Alguns quadros exigem mais de um encontro, informações complementares ou exames para excluir causas físicas. Um diagnóstico correto vale mais do que um diagnóstico rápido.
Posso levar um acompanhante?
Sim, se você se sentir mais confortável. Em algumas avaliações, informações de familiares podem inclusive enriquecer a compreensão do quadro — sempre com o seu consentimento.
Tudo o que eu disser é confidencial?
Sim. O sigilo médico é um dever ético e legal que protege tudo o que é dito em consulta. As exceções são raras e previstas em lei, como risco iminente à vida.

Tratamento e medicação

Todo tratamento envolve medicação?
Não. A indicação de medicação depende do diagnóstico, da gravidade e das suas preferências. Muitos quadros têm indicação de psicoterapia como primeira linha. Quando a medicação é indicada, a decisão é explicada e construída em conjunto.
Antidepressivos viciam ou mudam a personalidade?
Antidepressivos não causam dependência como substâncias de abuso e não mudam quem você é — o objetivo é justamente que você volte a se sentir você mesmo. A interrupção deve ser sempre gradual e orientada pelo médico para evitar desconforto.
Em quanto tempo o tratamento faz efeito?
Varia conforme a condição e o tratamento. De modo geral, medicações em saúde mental têm resposta gradual ao longo de semanas, e a psicoterapia é um processo contínuo. O acompanhamento serve exatamente para avaliar a resposta e ajustar o plano.
Vou precisar tomar remédio para sempre?
Não necessariamente. A duração do tratamento é individual: depende do diagnóstico, do número de episódios anteriores e da sua evolução. Algumas condições pedem tratamento por tempo limitado; outras se beneficiam de acompanhamento de longo prazo. Isso é discutido abertamente com você.
Tenho suporte entre as consultas para ajustes de medicação?
Sim. Há suporte para ajustes de medicação entre as consultas e revisões periódicas do plano de cuidado.
Médico e psicólogo: preciso dos dois?
São papéis complementares. O médico realiza diagnóstico, prescreve e acompanha o tratamento clínico; o psicólogo conduz a psicoterapia. Em muitos casos, a combinação dos dois tem os melhores resultados descritos na literatura científica. Trabalhamos em parceria com psicólogos quando indicado.

Condições e sintomas

Como sei se preciso de ajuda profissional?
Sinais de alerta incluem: sofrimento persistente por mais de duas semanas, prejuízo no trabalho, estudos ou relações, alterações importantes de sono e apetite, perda de interesse pelo que gostava e uso crescente de álcool ou outras substâncias para lidar com emoções. Na dúvida, uma avaliação esclarece — buscar ajuda cedo costuma tornar o tratamento mais simples.
Adultos podem ser diagnosticados com TDAH?
Sim. O TDAH começa na infância, mas muitas pessoas só recebem o diagnóstico na vida adulta, ao investigarem dificuldades crônicas de atenção, organização e impulsividade. A avaliação é clínica e criteriosa, incluindo o histórico desde a infância.
Ansiedade e depressão podem acontecer juntas?
Sim, e é muito comum: grande parte das pessoas com depressão também apresenta sintomas ansiosos, e vice-versa. Por isso a avaliação completa importa — tratar apenas metade do quadro costuma trazer apenas metade da melhora.

Emergências

O que fazer em uma crise ou emergência?
Este site e o consultório não são canais de emergência. Em caso de crise com risco à vida — pensamentos de se ferir, intenção suicida ou surto —, procure imediatamente um pronto-socorro, ligue para o SAMU (192) ou para o CVV (188 — Centro de Valorização da Vida, gratuito, 24 horas). Se você está passando por um momento difícil agora, não espere: essas portas existem para isso.

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Falar pelo WhatsApp

Em situação de crise ou emergência, não aguarde a consulta: procure o CAPS ou o pronto-socorro mais próximo, ou ligue 188 (CVV — atendimento 24h, gratuito).